segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
O dia, a vida, a leitura
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Falando em mudanças
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Escritor de mentira
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Textos livres
sábado, 17 de setembro de 2011
Sobre formas e espaços
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Desculpas e desculpas
terça-feira, 15 de março de 2011
Silêncio - I
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sexta-feira, 23 de julho de 2010
Eu gosto, eu sinto.
domingo, 20 de junho de 2010
De batom e pijamas
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Post colorido e cheio de notas
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Não está mais aqui quem escreveu
quarta-feira, 31 de março de 2010
E que venha o outono!
Mesmo nos locais onde haviam cores predominantemente claras, em tons pastéis, havia um placa, um letreiro, uma criança usando roupas coloridas. E todas as pessoas pareciam haver combinado de sair com suas peças de cores mais vivas. Que dia surreal! Seria possível que um sentimento se houvesse transmutado em sensação de forma tão visível, tão perceptível?
O calor aconchegante do sol integrava-se perfeitamente ao frescor do ar. De súbito, senti a necessidade de andar por caminhos diferentes, de dar uma volta maior e ver a praça.
Ah, a praça! Com suas árvores frondosas de cores vivas refletindo a suave luz do sol. Parecia ainda mais bela, iluminada diagonalmente pelo sol da tarde, já inclinado para seguir seu caminho e ceder lugar à noite. Ao olhar para o lado, enquanto caminhava por baixo da alameda lateral, foi-me impossível não deter-me para contemplar por alguns instantes a beleza do chafariz: devido à inclinação do sol, suas águas brilhavam suavemente iluminadas, jorrando em contraste com a sombra dos prédios, como se nelas repousasse a lua, aguardando a noite para retornar ao céu.
E assim transcorreu o dia cujas cores me surpreenderam até o último resquício de luz do entardecer. quando derramou todas as suas cores no pôr-do-sol, um dos mais belos que já vi.
De volta para casa, parei para refletir sobre o presente maravilhoso que Deus havia preparado para mim. Percebi que, ao encontrarmos o equilíbro e a paz, vemos coisas que, até então, não havíamos visto. Com o coração e a cabeça leves, nos permitimos elevar os olhos para tudo aquilo que nos cerca e enxergar de fato. Não é que o amor ou qualquer outro sentimento tornem o dia mais colorido. A verdade é que, quando somos enlevados por sentimentos de tamanha magnitude, nos damos conta - muitas vezes de forma interior e subjetiva - da verdadeira dimensão e significado da vida.
E que venha o outono! É primavera no meu coração.
domingo, 28 de março de 2010
Virando a página.
Para sempre Embaixatriz do SIMECS (♥) na Festa da Uva de 2010.
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E, por fim, registro aqui o agradecimento feito em minha página pessoal no Orkut, e nas comunidades que foram feitas com tanto amor e carinho para apoiar minha candidatura:
Queridos!
Trabalhei muito, vivi muito, senti muitas coisas. Fui muito feliz nestes quase três meses, e muito disto devo a vocês, por todas as coisas boas que ouvi, por tanto, mas tanto carinho que recebi. Tudo isto vai ficar para sempre gravado em minha memória e em meu coração. Vocês todos, que manifestaram seu apoio e afeto, tornaram o concurso algo muito mais significativo pra mim, e transformaram o resultado em uma sensação deliciosa de dever cumprido.
Eu só terei a agradecer, para sempre, por tudo o que tive o privilégio de viver.
Contem comigo para sempre, e recebam todo o meu carinho e gratidão.
Um beijo enorme no coração de cada um de vocês.
domingo, 21 de março de 2010
Entre sonhos e objetivos
O Extemporâneo
Fonte: Blog da Paula Taddeucci
Contradição
Falar disto não significa que eu, necessariamente o creia ou, menos ainda, que o queira. Mas é como me soa que as almas ajam, é como me parece que a vida siga; insistir no que dói, no que arde, no que enche de pavor, é um atributo exclusivamente humano.
O amor, também este um atributo humano, ou é assim, ou é idealizado.
Si, si, ci voglio andare...*
Lembranças... Às vezes tenho a sensação de que poderia viver delas.
"...andrei sul Ponte Vecchio,
ma per buttarmi in Arno!
Mi struggo e mi tormento!
O Dio, vorrei morir!" *
*(O Mio Babbino Caro, Giacomo Puccini).
Un'altro strapo, un'altra pezza*
Tenho receios de despertar alguém que possa cumprí-los todos, por que esse alguém também os pode destroçar. E com todos os meus desejos despedaçados, me despedaço também eu.
Por amor ou por inércia, mantenho-me inteira (mesmo que com remendos), mantenho-me em pé, lado a lado com a caixinha dos sonhos, mesmo temendo que dela saiam meus piores pesadelos e que eles me puxem pelo pé.
E começo a crer que a diferença entre a verdade e a mentira encontra-se precisamente no quanto queremos crer. Em qualquer uma delas.
*Um outro rasgo, um outro remendo.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Espinhos
domingo, 10 de janeiro de 2010
Viagem, poema antigo
refletida na lágrima tua
quando eu disse pra olhares a lua
será minha última imagem
antes da tua partida
rumo à amarga viagem
que vazios deixou os meus braços
pendendo tolos, inermes,
inúteis sem teus abraços.
Inúteis como minha voz,
no vácuo, onde o som não se ouve;
inúteis como a foz
de um rio, onde água não corre;
tolos, como a poesia
que nestas palavras morre;
tolos como o poeta
que, estando coberto de dor,
imita sua poesia
e há tempos morre de amor.
Escrito em 25/11/2003.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
O desejo de [não] dizer
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Primeiras trocas
Escrito em 08/06/2009
sábado, 17 de outubro de 2009
Conversa em branco
Queria também, não ter a cabeça cheia de idéias e a alma de desejos, não ter tantas alternativas e possibilidades, não ter nada além de uma única saída. Não ter que pensar sobre as minhas escolhas, uma vez que elas estivessem feitas.
Não ser tão complicada e tão reativa. Não ficar insegura quando algo se modifica ou desaparece. Não precisar tanto de coisas nunca tive.
E nem sei se terei.
Queria ser mais adulta, e não ser tão adulta assim.
Queria correr pro final da história, e descobrir o fim.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Feliz dia do Encorajador!
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
CDF.. Só se o "F" for de feliz

quinta-feira, 24 de setembro de 2009
O Outono e Eu.
O outono toca realejo
No pátio da minha vida.
Velha canção, sempre a mesma,
Sob a vidraça descida...
Tristeza? Encanto? Desejo?
Como é possível sabê-lo?
Um gozo incerto e dorido
de carícia a contrapelo...
Partir, ó alma, que dizes?
Colher as horas, em suma...
mas os caminhos do Outono
Vão dar em parte alguma!
Mario Quintana
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Entre ver e olhar
sábado, 5 de setembro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Importa "como" falar

quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Pocoyo!

O essencial é invisível aos olhos

Gigante
terça-feira, 28 de julho de 2009
Pensando
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Aqui pra você, Auto-crítica!
O motivo? A auto-crítica.
Por mais necessária que seja, por mais falta que faça em quem não a tem, tê-la em excesso é complicadíssimo. Impede que textos sejam postados, idéias sejam expressadas e situações deixem de ser vividas.
Por exemplo: pra que este texto saia, preciso fechar os olhos para a obviedade da situação que descrevo agora. Digo que a auto-crítica é necessária, mas que seu excesso é prejudicial. Com isto, culminaria em um ponto do texto onde eu diria que a chave está no equilíbrio, entre a falta e o excesso. "Excessivamente óbvio para ser postado", diria Dona Auto-crítica.
Eu gostaria muito que minha auto-crítica tivesse forma, olhos e uma expressão ridiculamente severa, pra que eu pudesse chegar bem pertinho, olhar nos seus olhos, encher os pulmões de ar e dizer um sonoro "E daí?"
Oras.
(E sem revisão, só pra ela ver quem manda aqui.)
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Feliz todos os dias (e não só hoje!)
Quantas coisas tem acontecido conosco nos últimos dias, não é mesmo?
Um monte de sensações novas, diferentes; lugares, pessoas, histórias e oportunidades de crescimento, coisas que temos vivido e conhecido neste tempo.
E quantas risadas, não? Quantas alegrias, quantas correrias, quantos truques (pra não quebrar unha, pra não doer pé, pra não sair maquiagem), quanta ajuda, quanto aprendizado, quanto suporte, quantos sonhos...
Estivemos juntas até aqui, às vezes nos vendo mais do que à nossa família, especialmente nos finais de semana. E este brotinho de amizade e esta união linda que está crescendo a olhos vistos entre nós tem sido fundamental pra que os dias tenham sido tão "coloridinhos" e tão cheios de vida!
Estamos nos conhecendo melhor a cada dia e, a cada encontro, me sinto mais e mais privilegiada por estar vivendo este momento e especialmente, pela oportunidade de conhecê-las.
Sabem que às vezes, tive vontade de perguntar no meio de uma conversa, "Onde tu estavas todos estes anos, que eu não te conheci antes?" :]
Quero que saibam que, como grupo, vocês são tudo o que pedi a Deus, durante os meses que antecederam o concurso.
Como pessoas, são muito mais do que eu poderia pensar em pedir!
Conquistar a amizade de vocês, dia após dia, tem sido um privilégio, uma dádiva, que espero poder retribuir de coração.
Tenho orgulho de fazer parte deste grupo que se apóia, que se conhece melhor a cada dia, e que é formado por gente que vale muito!
Desejo a todas nós muito sucesso! Que Deus permita que tenhamos a oportunidade de aprimorar os sentimentos que existem entre nós, para que permaneçamos ligadas de coração por muitos e muitos anos!
Que nós continuemos a nos encontrar sempre, e que possamos comer juntas todos os salsichões com pão a que temos direito! Hehehe...
Que quebremos muitos recordes ainda, que a nossa (sim é NOSSA, garotas, e niguém tira!) edição da Festa seja a melhor, mais linda, mais TUDO de bom que as outras (o que vai dar trabalho)!
Que o nosso grupo surpreenda ainda mais a todos pela união, pela amizade e pelo engajamento, e que fiquemos na história como o melhor grupo de embaixatrizes de todos os tempos!!
Amo vocês!
PS: Sim, tudo isso era pra dizer Feliz dia do Amigo. Mas tinha sentimentos aqui pra mais uns dez e-mails desse tamanho!"
(Optei por postar, porque considero que a homenagem é merecida.)
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Afiando o Cálamo...
Mas o que quero retratar aqui é diferente do que se esperaria de um diário. Quero registrar o que realmente é necessário ser guardado - sob pena de evaporar-se dos baús da memória: as sensações, os sentimentos, os sabores; a doçura destas dias tão especiais, que tem imprimido um colorido tão novo, tão diferente à minha alma. Quero pintar estas cores da forma como aprendi a fazê-lo - com a escrita - para guardá-las para sempre no estado exato em me impeliram a expressá-las.
Tenho a certeza de que, a cada vez que eu os reler, viverei novamente as sensações destes dias, assim como ver uma fotografia antiga nos faz viver denovo momentos que já foram.
Afinal, não seriam as palavras - a exemplo da fotografia, que retrata imagens - um retrato da alma no exato instante em que são escritas?
sexta-feira, 27 de março de 2009
Pessoas I - Túmulos
Pessoas desiludem. A gente encontra conhece e convive com elas, e quando vai olhar dentro, descobre que não tem nada lá, ou pior: o que a gente encontra nelas é feio e triste. Aí, mesmo que a parte de fora seja absolutamente linda, a gente começa a olhar diferente, começa a perceber no exterior traços da feiúra interna, e o que era bonito, derrepente fica feio, sem graça. Dá pena.
A maioria das pessoas é assim, chega a dar medo de sair por aí abrindo caixinhas... Tenho passado meus dias em meio a estas criaturas, que são como túmulos: por fora, paredes brancas de caiação, por dentro, cadáveres em decomposição.
"And I've been smiled for them for the past last months. But what I really wanted was to cry. Sad, sad."
quinta-feira, 12 de março de 2009
Nem tão óbvio assim.
Uma das características mais marcantes de um mau-dia é que ele parece não terminar nunca. Um mau-dia é feito de várias coisas (fatos e fatores), dispostos ao longo do dia de forma totalmente caótica. Caos? Atraso. Café frio. Sapatos desaparecidos, roupas amarrotadas. Mau-humor. Bolsas pesadas, ônibus perdidos, trabalho. Mais mau-humor. Incoerências, relatórios que não funcionam, planilhas pouco intuitivas, desordem. Conversas improdutivas, gente que não te entende, gente que não entende de coisa nenhuma. Mentiras. Cansaço, correrias, táxi-lotação errado, mais atrasos. Esperas intermináveis na porta da sala, matéria perdida, eu perdida. Ônibus que não chega nunca, frio que sempre chega quando menos esperamos. Salto alto e dor no pé. Dor de cabeça. Outro ônibus que não chega, fumaça de churrasquinho, fumantes que não pedem licença pra fumar em cima da gente e ainda soltam a fumaça assim ó, bem na nossa cara. Pensamentos inoportunos. Pensamentos insistentes e inoportunos. Decisões incertas, Amores que crescem separados, indecisões e remorsos protelados. Culpa. Outro fumante. Caminho de volta, bolsas, sacolas, pensamento lento, conversas interessantes. Coisas pra fazer, dor de cabeça, carboidratos tardios. Preocupações antecipadas. E, o pior de tudo, a certeza de que recomeça tudo amanhã.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Uma forma musical de explicitar...
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Decisão, poesia incerta...
Quando estava triste, mas sem conseguir escrever uma rimazinha sequer, bastava uma brisa pra que as palavras pululassem na minha mente, como que despertas de um sono secular. Uma lufada de ar fresco (especialmente do ar da noite), vinha sempre carregada de desejos e sensações propícios à escrita de um poema.
Perdi o hábito de escrever poemas, mas eles não deixaram de ser a forma mais adequada de expressão para o que, de outra forma, não ousaria externar. Há que se buscar uma certa sutileza para manter a vida passível de ser vivida.
Há um poema que escrevi aos 15 anos que, nem mesmo na época em que foi escrito, foi tão adequado quanto agora.
Decisão
Coração fechado, mente aberta
Analisando uma fria proposta.
O vento traz a palavra certa
E ameniza a dor da ferida exposta.
Decisões a serem tomadas
Sozinha, trazem tormento
Já não penso, nem sei de mais nada:
São outros os meus pensamentos.
Humanos são dor e alegria,
Amam e sabem pensar.
Poeta, é só poesia,
Só canta e se deixa levar...
Decisão, poesia incerta...
Perdoem-me a falta de jeito:
Meio humana, meio poeta,
Não canto e nem penso direito...
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
A Pipoca e seus efeitos alucinógenos.
A felicidade é tanta que o clima da conversa fica totalmente "nonsense". Em meio a muitos risos e a comentários pseudo-filosóficos, meu Pai deixa escapar uma frase poética em homenagem à pipoca. Imediatamente, aderimos à brincadeira, cada um lançando uma frase para dar continuidade ao "poema". A felicidade às vezes é mais poderosa que qualquer estimulante... E estávamos felizes, simplesmente por estarmos juntos.
O resultado ficou bizarrinho, e está aí embaixo. : )
Ode à Pipoca
Tão Branca, tão fofa, tão bela,
A me olhar, com suas casquinhas amarelas.
Desde os tempos em que o homem vivia em ocas,
Passava as manhãs e as tardes comendo pipoca.
Tão crocante e tão salgadinha,
Foi feita na minha panelinha.
E não importa de tem casca ou piruá,
Minha pipoca comerei a suspirar.
E isso que digo não é fantasia;
Comer pipoca é pura alegria.
Mas todo este sabor de nada valeria
se não tivesse da minha ohana* a companhia.
*Ohana quer dizer família. A minha e a do Stich. : ) Love you all, my Ohana!





